O Royal 22e Regiment
Antes de pisar em um tatame de Jiu-Jitsu, o Professor Louis-Philippe serviu no Royal 22e Régiment das Forças Armadas Canadenses — os lendários "Van Doos", um dos regimentos de infantaria mais históricos do Canadá. Ele se alistou em 2005, em uma idade em que a maioria das pessoas ainda está descobrindo o que quer fazer da vida.
Os Van Doos não são um trabalho de escritório. São um regimento de infantaria de combate com uma história que remonta à Primeira Guerra Mundial. O treinamento é projetado para quebrar você e reconstruí-lo — para testar se você consegue funcionar sob estresse extremo, privação de sono e exaustão física. Nem todos conseguem passar.
Afeganistão, 2007
Em 2007, Louis-Philippe foi enviado ao Afeganistão como parte da missão de combate do Canadá. Ele tinha 22 anos.
Uma missão em zona de combate muda você de maneiras difíceis de explicar para quem nunca esteve lá. O estado constante de alerta. O peso da responsabilidade pelas pessoas ao seu lado. A experiência de operar em um ambiente onde as consequências dos erros são permanentes.
O exército ensina que disciplina não é sobre motivação. É sobre aparecer e performar quando cada parte de você quer parar. Essa lição nunca te abandona.
Louis-Philippe serviu até 2009, completando quatro anos de serviço que incluíram uma das missões mais exigentes da história militar canadense recente.
Dos Esportes de Combate aos Tatames
Depois de deixar o exército, Louis-Philippe canalizou sua intensidade nos esportes de combate. Ele seguiu no MMA, compilando um cartel de 6-1 como amador e 1-1 como profissional. O MMA lhe deu uma saída para o impulso competitivo e a disciplina física que o exército havia afiado, mas foi o Jiu-Jitsu Brasileiro que se tornou sua verdadeira vocação.
Em 2010, ele começou a treinar BJJ com o Professor Bruno Fernandes. A conexão foi imediata. Onde o MMA era sobre lutar, o Jiu-Jitsu era sobre resolver problemas — um jogo de xadrez infinito jogado com o corpo, onde a inteligência importava tanto quanto o atletismo.
Em menos de um ano, Louis-Philippe já foi convidado a ensinar. Em 2015, ele havia conquistado sua Faixa Preta sob a linhagem Renzo Gracie através do Team OAMA.
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Ver InstrutoresO Que o Exército Ensina Sobre Coaching
Há uma razão pela qual muitos dos melhores treinadores de artes marciais têm formação militar. As habilidades se transferem diretamente:
- Instrução estruturada — o exército ensina a dividir tarefas complexas em passos claros e sequenciais. Cada aula na Gracie Laval segue este princípio: aquecimento, demonstração de técnica, treino e sparring ao vivo.
- Compostura sob pressão — quando um aluno está em pânico durante sua primeira sessão de sparring, um treinador que operou sob pressão real sabe exatamente como acalmá-lo e mantê-lo focado.
- Padrões sem ego — no exército, padrões existem para manter pessoas vivas. No BJJ, padrões existem para garantir desenvolvimento real de habilidades. Louis-Philippe mantém seus alunos em padrões elevados porque os respeita o suficiente para exigir o melhor deles.
- Liderança pelo exemplo — os melhores líderes militares não pedem às suas pessoas para fazer nada que eles mesmos não fariam. Louis-Philippe treina ao lado de seus alunos, rola com todos os níveis de faixa e lidera cada aula da frente.
Por Que Veteranos Prosperam no BJJ
Se você é veterano considerando Jiu-Jitsu, aqui está o que precisa saber: a transição é natural.
O BJJ oferece muitas das coisas que veteranos sentem falta da vida militar:
- Estrutura e rotina — horário regular de treino, progressão clara, objetivos definidos
- Desafio físico — intenso o suficiente para satisfazer a necessidade de agressão controlada e condicionamento
- Irmandade — o vínculo formado através de luta física compartilhada é real e duradouro
- Propósito — um caminho de melhoria contínua sem teto
- Gestão de estresse — a intensidade focada do rolar não deixa espaço para ansiedade ou ruminação
Na Gracie Laval, você treinará com um coach que entende a experiência do veterano em primeira mão — alguém que sabe o que significa servir, o que significa fazer a transição e o que significa encontrar uma nova missão.
Uma Nova Missão
O serviço militar de Louis-Philippe lhe deu disciplina, resiliência e um profundo senso de dever. Sua jornada no Jiu-Jitsu lhe deu uma maneira de canalizar essas qualidades em algo que constrói pessoas ao invés de quebrá-las.
Hoje, como fundador da Gracie Laval, sua missão é desenvolver a próxima geração de praticantes — ensinando-lhes não apenas técnicas, mas os valores que o exército e as artes marciais compartilham: disciplina, respeito, humildade e coragem.
Sua primeira aula é grátis. Venha conhecer um coach que foi testado de maneiras que a maioria das pessoas nunca será — e que usa essa experiência para trazer o melhor de cada aluno que entra pela porta.
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